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domingo, 17 de abril de 2011

Benefícios de Trabalhar com Cosméticos


Gastar com cosméticos deixou de ser supérfluo para as classes C, D e E. Passou a ser visto como um investimento em qualidade de vida e bem-estar.

Dados de pesquisa feita pelo instituto Data Popular com 5.000 pessoas, no último trimestre de 2010, mostram que, juntas, as chamadas "classes emergentes" são maioria no mercado da beleza, que já foi para poucos.

Supermercados apostam nas classes D e E para crescer

Nos últimos sete anos, por exemplo, a venda de esmaltes para a classe C passou de 40% para 53% do total.

É claro: a própria classe média brasileira aumentou. Segundo Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto, hoje, de cada 100 brasileiros, 56 são da classe C.

Ocupar espaço no mercado da vaidade, portanto, era uma consequência mais do que esperada.

"Além da melhora econômica, podemos dizer que a autoestima dessas pessoas melhorou. Elas estão trabalhando mais, circulando em outros ambientes."

Entre 2002 e 2009, aumentou em 4,3 vezes o número de mulheres da classe C que trabalham.

Para Paulo Roberto Al Assal, diretor-geral da Voltage, agência de tendências de mercado, o acesso aos cosméticos aconteceu como o acesso a outros mercados.

"As pessoas estão consumindo vários outros produtos que não consumiam, inclusive os de beleza."

Não houve, para ele, um "aumento da vaidade", só mais dinheiro no bolso.

"Essas pessoas sempre foram vaidosas e quiseram se cuidar. Só estão se dando direito a mais luxos."
Hoje, o Brasil já tem o segundo mercado de produtos de beleza do mundo, perde só dos Estados Unidos.

Então o que está esperando? Venha para Alabastrum.

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